De forma inédita, FNCJ passa a integrar Comissão Permanente de Comunicação Social do CNJ
Terça, 22 de Dezembro de 2020

De forma inédita, FNCJ passa a integrar Comissão Permanente de Comunicação Social do CNJ

O ano de 2020 trouxe muitos desafios, mas também conquistas inéditas ao Fórum Nacional de Comunicação e Justiça – FNCJ, dentre elas participação na Comissão Permanente de Comunicação Social do Poder Judiciário. O colegiado é uma das 14 comissões do Conselho Nacional de Justiça, que tem por objetivo o estudo de temas e o desenvolvimento de atividades específicas do interesse respectivo ou relacionado com suas competências.

“O Fórum Nacional de Comunicação e Justiça tem uma atividade constante e muito íntima com o funcionamento da comunicação no Sistema de Justiça. Nossa função de existir é a construção de instituições mais democráticas e efetivas, nas quais a comunicação esteja a serviço do cidadão. Ou seja, temos objetivo em comum com o CNJ. E poder trazer essa experiência de todos os anos de atividades do FNCJ lidando com as mais diversas estruturas de tribunais de pequeno, médio e grande porte para pauta do conselho é um fato genial”, avaliou o presidente do FNCJ, Luciano Andrade.

O presidente destacou que ter uma cadeira fixa na Comissão é "uma demanda e luta de várias gestões do FNCJ e da atual diretoria que, ao longo de 2020, veio dialogando com o Conselho Nacional de Justiça. Destaco o apoio do secretário de comunicação social do CNJ, Rodrigo Farhat, que abraçou a ideia desde a nossa primeira reunião, e também a sensibilidade da conselheira e presidente da Comissão, Tânia Regina Silva Reckziegel. Além da união dos esforços dos ex-presidentes do FNJC, com destaque ao Celso Gomes, do TRT14", comemorou Luciano.

“É importante construir uma Comissão democrática, participativa, para o qual todos os segmentos da Justiça possam contribuir”, destacou a presidente do colegiado, Tânia Regina Silva Reckziegel. Enfatizou ainda ser um avanço de representação, uma vez que o Fórum reúne todas as entidades da comunicação do Judiciário. “Essa expertise traz mais embasamento para a Comissão, de forma que tenhamos uma comunicação efetiva com a sociedade e o jurisdicionado”.

Para o secretário de comunicação social do CNJ, Rodrigo Farhat, “O Fórum Nacional de Comunicação e Justiça chega para contribuir com a construção de padrões de comunicação voltados para a promoção da ética, da cidadania e da transparência. Espero que as discussões na Comissão resultem no aperfeiçoamento da comunicação com o público externo."

Como o Fórum é composto também por profissionais de comunicação do Poder Judiciário de todo o país e possui um amplo banco de cases, a grande expectativa é melhorar a imagem do Judiciário por meio de pesquisa, que vai auxiliar na construção de um planejamento de ações estratégicas para ampliar as discussões e promover uma comunicação mais eficiente com pautas coordenadas e integradas.

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